Meu coração quando sangra
Angra dos Reis,
Seis horas da manhã
Maçã de vez
E meu corpo torpe
E minha alma vã
Meu coração ferido
Ido, sem talvez
Fez em mim proibido
Minha pura lucidez
Dez anos se passaram
Apagaram minhas leis
Sei que ainda sonho
Proponho sensatez
Mesmo que ainda ponho
Meu coração na mão de vocês.
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